Super dieta capaz de melhorar a qualidade dos espermatozoides


Diversos estudos analisaram a importância de diferentes alimentos na fertilidade masculina, mas nunca havia sido comparado o impacto dos alimentos combinados na qualidade dos espermatozoides e observado que seus efeitos alcançavam níveis genéticos.

Segundo a pesquisa publicada recentemente na Revista Científica Fertility and Sterility, o impacto positivo de uma dieta saudável influenciou ainda mais os homens que apresentavam uma qualidade dos espermatozoides abaixo da normalidade. “Esta informação é muito importante, pois revela que existe uma margem para melhorar a fertilidade masculina e que cuidar da alimentação é fundamental, mesmo nos casos onde o casal já está em tratamento de reprodução humana, pois a dieta pode aumentar as chances de sucesso do tratamento”, explica Drª Marcia Riboldi, especialista em genética da reprodução humana.

Além de melhorar aspectos quantitativos e de mobilidade dos espermatozoides, foi identificado nos homens que adotaram uma dieta saudável que o nível de fragmentação do DNA espermático também reduziu.

Alterações no DNA espermático podem gerar alterações genéticas que impedem que o óvulo fecundado evolua inviabilizando a gravidez, ou ainda, em caso de gravidez, podem ocasionar abortos, falhas ou inclusive estar relacionado com o desenvolvimento de doenças genéticas.

Os cientistas identificaram que a combinação de frutas, verduras, cereais e azeite de oliva foi a mais efetiva para melhorar, pelo menos em parte, o potencial reprodutivo do homem. “É importante reforçar que a alimentação não irá solucionar todos os problemas sozinha dependendo do caso, mas ainda assim não pode ser desprezada, já que pode ajudar aumentar as chances de gravidez”, conclui Drª Marcia.

Fonte: Igenomix
IGENOMIX é referência mundial em biotecnologia por seus projetos de pesquisa e serviços avançados de genética reprodutiva. Possui laboratórios em São Paulo, Dubai, Deli, Los Angeles, Nova York, Miami,  Montreal, cidade do México e Valência.
Créditos da imagem: Revista Veja Editora Abril

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Teste detecta síndrome de Down no feto com 99,9% de precisão


Detectar a Síndrome de Down no início da gravidez ajuda a preparar os pais a acolher e estimular o bebê


Com uma amostra do sangue materno coletada a partir da décima semana de gestação é possível identificar se o bebê é portador da Síndrome de Down com 99,9% de precisão. O teste pré-natal não invasivo (NIPT, também conhecido como NACE) tem sido incorporado como um exame de pré-natal padrão para todas as gestantes por recomendação de várias sociedades científicas de obstetrícia.

A primeira recomendação para a realização do estudo do DNA fetal no sangue materno em todas as gestações a partir da décima semana de gravidez foi anunciada durante o Congresso Americano de Obstetrícia e Ginecologia (ACOG) em 2016. Desde então outras entidades científicas internacionais como a SMFM, ISPD, ASHG e ACGM também oficializaram suas recomendações de incorporar o estudo genético ao pré-natal.


Qual é a vantagem de saber antes do nascimento se o bebê é portador da Síndrome de Down?

Quanto melhor estimulada, mais qualidade de vida e independência terá a criança com Síndrome de Down no presente e futuro. A pesar de hoje em dia esta doença estar mais desmistificada, os futuros pais precisam se preparar emocionalmente e também tecnicamente para receber o bebê em casa. Esta criança poderá ter uma vida plena, mas precisará ser entendida e estimulada de forma adequada.


Qual é a porcentagem de testes que dão positivo para a Síndrome de Down?

Segundo a Drª Marcia Riboldi, responsável pelo laboratório de genética Igenomix Brasil, são identificadas alterações no DNA fetal em 3% dos resultados do teste NACE, 53% desses casos devido à Síndrome de Down, que é a trissomia do cromossomo 21, enquanto as restantes alterações detectadas se dividem entre outras anomalias como a Síndrome de Patau (ligada ao cromossomo 18), Síndrome de Edwards (ligada ao cromossomo 13) e outras especificadas no gráfico abaixo.



O teste genético é coberto pelos planos de saúde e SUS?


Atualmente o teste genético está disponível apenas na rede privada de saúde. Os custos variam entre vários laboratórios que oferecem o teste e as diferentes plataformas de diagnóstico e o custo aproximado é de R$2.000,00.

Fonte: Igenomix
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Quando é o Período fértil de quem toma anticoncepcional

período fértil de quem toma anticoncepcional


O período fértil de quem toma anticoncepcional simplesmente não existe. Mulheres que fazem uso regular e correto de anticoncepcional seja como pílula, injetável ou implante, não tem período fértil e, portanto as chances de engravidar são mínimas. Para que uma gravidez ocorra é preciso que folículos sejam desenvolvidos, amadurecidos e liberados pelos ovários. A função dos anticoncepcionais é justamente impedir que isso aconteça.
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Útero Infantil: Causas, tratamento e fertilidade

útero infantil

Muitas mulheres ao entrarem na adolescência descobrem um problema conhecido como útero infantil ou como os médicos chamam hipogonadismo hipotrófico ou ainda hipoplástico. O útero infantil é uma má formação congênita em que o útero mantém o tamanho que apresentava durante a infância.
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Nidação ou Menstruação: Como diferenciar os sangramentos

nidação ou menstruação como diferenciar o sangramento

Quando se está tentando engravidar tudo passa a ser um sinal de alerta. Para algumas mulheres é muito complicado diferenciar alguns detalhes. Uma das maiores dúvidas é se o sangramento ocorrido foi nidação ou menstruação. Afinal é possível saber quando o sangramento é de menstruação ou  sangramento de implantação?
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